Sinos de Natal
1. Abertura: Soam os sinos
2. Oração
3. Introdução
1. Era uma vez...
2. Era uma vez...
1.2 Era uma vez natal!
1. Vamos contar de novo a velha história.
2. É a história do vovô
1. Da vovó
2. É também das criancinhas
1. Natal da criança
2. A nossa esperança
1 e
2 Natal de Jesus
Musica: Presentes do coração
Narradores (1 e 2)
a - Porque tanta gente se dirige a Belém?
b - O que haverá na pequena cidade.
a e
b – Na terra de Judá?
(entra menino
com decreto, abre o rolo: toca o trompete)
Menino
– Trago notícias do palácio
real
Haverá recenseamento
É decreto do Imperador
Ao lugar onde nasceu
E ali se alistará...
1. De Nazaré até Belém, iria então descer
José o carpinteiro para a lei obedecer
2. Com Maria sua esposa, num jumento
viajou
José agasalhou-a e dela com amor cuidou
2. E o casal segue o seu caminho
1. De porta em porta a indagar
1 e
2 Há um lugar... Um só
lugar?
Narradores (3 e 4)
A. As velas se apagam
B. Janelas se fecham
A. As portas se cerram em toda Belém.
B. Cansados caminham, com seu jumentinho,
José e Maria
A. Estão tão cansados...
B. Está tudo ocupado? Tudo lotado?
A. Ainda havia um local.
Lá foram, lá no quintal
Na verdade, era um curral.
B. E foi José
A. E foi Maria
A. B. Pra estrebaria
4. Musica: Adoração e Louvor
Narradores (5 e
6)
A. Há muito silêncio no Campo de Belém
B. Há muito sossego e há trevas também
A. Ovelhas dormindo,
B. nenhuma se agita,
A. nenhum balindo.
B. Foi neste belo cenário
A. Que irradiou gloriosa luz
B. Lindos anjos anunciaram
A. Aos pastores com louvor
B. Que nasceu na manjedoura
A.B. Jesus Cristo o salvador.
5.5.1. Musica: Amizade
5.2 Diálogo dos pastores (por duas crianças
dos primários ou juvenis. Vesti-los a caráter)
Pastora
– De onde você vem
pastorzinho, Tão alegre, tão feliz?
Pastor
– Venho de ouvir no caminho
Um coro santo que diz.
Ter nascido o Salvador
Num presépio de Belém.
Vem pastora, também
Ver o menino Jesus
Banhado de pura luz...
Pastora
– Num presépio de
estalagem?
Mas que mísero local
Pro messias de Israel?
Pastor
– Pastora – Cavalos e grande ruído são pra reis do mundo, só
Deus lembrou que somos pó
Em toda nossa vaidade
E veio com humildade
Nascer numa manjedoura.
Veio como rei, pastora,
Mas rei da alma e coração
Trouxe-nos grande lição!
Pastora
– É difícil entender
Mas que rei maravilhoso!
É incrível impossível
Pensamento mais formoso.
Pastor
– Sem demora
Vem pastora!
Vamos ver o sumo bem
No presépio de Belém
Vamos vê-lo, conhecê-lo
Adorar o nosso Rei
Pastora
– Pois vamos contentes,
Cantemos a glória
Do Rei da Vitória.
Pastor
– Pois vamos alegres
Louvar o menino,
Que é mestre divino
E a benção nos trás.
5.3. Musica: Amor
Narradores (7 e 8)
A. Vão-se alegres os pastores
Ver o infante celestial
B. E acrescentam seus louvores
Ao louvor angelical!
A.B. Glória a Deus nas alturas!
A. Durante muitos anos, certo sábios do
oriente, esperavam um novo rei, cujo nascimento seria acompanhado por uma
estrela.
B. Na noite de Natal, quando grande luz
brilhou no céu, estes sábios começaram a sua longa jornada...
A. Que noite especial
A.B. Noite de Natal, esta noite sem igual!
6.6.1 – Musica: Gratidão
Narradores
A. Onde esta o Rei nascido?
B. Onde? Onde?
A. Ninguém responde.
B. Do oriente sábios vêm, viajando até
Belém.
A. Procuram o Rei dos Reis, seguem sempre a
estrela além
A.B.
Seguem a estrela até Belém!
6.2. Musica: Noite Feliz

Narradores
A. Muitos seguiram a estrela e encontraram
Jesus
B. Esta sim, foi a maior luz!
A. Quer você encontrá-lo também?
Chegue hoje mais perto do meigo menino
B. Venha ao seu berço de palhas e apenas
diga:
A.B.
Jesus, toma o meu coração.
Coloque-o bem pertinho, bem juntinho
com o seu.
Musica: Mi nha
Entrega
Narradores
A. É hora de cantar
B. É hora de louvar
A. Aleluia! Nós também encontramos o Rei!
B. É só procurá-lo
De todo o coração buscá-lo
A. E maravilhoso é encontra´-lo
A.B. Aleluia, cantem todos.
Somos filhos de um Rei!
Musica: Cantam, Jubilosos H.Adventista 14
Narradores
A. Que inspiradora ternura
B. Tem a canção bela e pura
A. Que nos fala do natal
B. Como toca o coração!
A. Como é grande a emoção!
B. Jesus nasceu!
Na abóbada infinita
Soam cânticos
A. Vivas de alegria
B. Toda a vida universal palpita.
A. Aleluia! Cantaram terra e céus
B. Aleluia, glória a Deus!
A. Glória ao Rei que nos nasceu.
B. E em breve voltará
A. Não para nascer numa fria manjedoura
B. Nem para morrer numa triste cruz.
A. Vira para triunfar
B. Reinar
A. Eternamente
B. Em nossos corações!
A.B. Aleluia! É o natal do Grande Rei!

Uma Tradição
de Natal
Tentando
manter a tradição, nosso escritório procurou uma família que necessitasse de
assistência para comemorar o Natal. Entramos em contato com várias agencias e
igrejas e encontramos uma família, composta de oito pessoas, que havia
atravessado não apenas um, mas vários anos de infortúnios. Eles moravam em uma
cidadezinha de Oreon, no sopé das montanhas das Cascatas, e sofreram várias
tragédias pessoais nos dois anos anteriores que os deixaram totalmente abalados
financeiramente. O natal deles seria magro e triste. Mas o que lhes faltava em
bens materiais era composto pelos fortes vínculos familiares e pelo amor que os
unia.
Durante
um mês, fomos ajuntando os presentes embrulhados em papeis coloridos e
colocamos as doações em dinheiro dentro de uma lata decorada. Divertimo-nos
muito enquanto fazíamos compras para a mãe, o pai e seis filhos, imaginando a
expressão deles na manhã de natal quando abrissem os presentes! A compra dos
presentes para família inteira nos deu muita alegria. Compramos também os
ingredientes para a ceia de natal.
Evidentemente
a família não poderia saber quem eram os papais noeis. Combinamos como pastor
da pequena igreja rural frequentada pela família para que ele entregasse nossos
presentes alguns dias antes do natal. Enviaríamos os pacotes para ele de nossa
cidade, que ficava cerca de 200 quilômetros distantes, e permaneceríamos no
anonimato.
Nossa
euforia foi aumentando enquanto aguardávamos “o resto da história”, mas nenhum
de nos foi capaz de adivinhar o que realmente aconteceria. Mais tarde,
descobrimos que não fomos os únicos personagens dessa historia.
Na
sexta-feira anterior do natal, a mãe da família voltou mais cedo para casa após
o trabalho. Ela trabalhava como programadora de computadores em uma cidade
vizinha e anunciou, com grande alegria, que seu patrão lhe dera uma
gratificação de natal de 300 dólares. O marido ficou feliz co a noticia. Agora
eles tinham dinheiro para comprar presentes de natal para os filhos! Juntos
fizeram uma lista, procurando combinar o “querer” com as “necessidades”. Na
semana seguinte faltando dois dias para o natal, eles fariam as compras. A
gratificação viera em boa hora.
No
domingo, a família compareceu ao culto da igreja sentindo um grande alivio. no
momento da oração, ficaram sabendo que um de seus amigos da congregação estava
prestes a ser submetido a uma cirurgia. Ele estava desempregado e não poderia
pagar as despesas medicas e não havia o que comer em casa. Conhecendo o
desespero que seus amigos deveriam estar sentindo eles se condoeram diante
daquela triste situação. Assim que retornaram para casa, fizeram uma reunião de
família e decidiram entregar a gratificação de natal a seus amigos. Comida e
despesas medicas eram mais importantes que brinquedos de natal.
Algumas
horas depois dessa decisão, o pastor foi fazer uma visita à família. Antes que
o pastor tivesse tempo de explicar o motivo da visita, eles contaram que
gostariam de doar o dinheiro ganho e pediram lhe que entregasse o cheque à
família necessitada. O pastor ficou surpreso diante de tanta generosidade e
concordou em entregar o cheque, desde que todos o acompanhassem até o carro.
Atônitos, eles concordaram com o pedido. Quando atravessaram o portão da casa,
eles viram o carro do pastor abarrotados de presentes de natal – presentes que
lhes enviamos como expressão do amor natalino. Que natal esplêndido foi aquele
para todos nós!
Verdadeiro
Sentido do Natal
(Uma
dramatização para resgatar o verdadeiro sentido do Natal)
Personagens:
Sr. Leandro (pai)
D.
Rosa (mãe)
Ricardo (filho)
Alan
(filho)
(Toda dramatização é
realizada em uma sala, com uma mesa, uma cadeira e arranjos de Natal).
(D. Rosa entra
apressadamente para arrumar a sala)
D. Rosa – Tenho que deixar tudo pronto para a
nossa festa de natal. Não posso esquecer de nenhum detalhe. Todos os anos realizamos
uma grande festa na noite de Natal e este ano não será diferente.
Ah!
Espero que o Leandro não se esqueça dos presentes para as crianças. Natal sem
presentes, não é Natal.
(Depois de alguns
instantes os dois filhos entram na sala correndo e gritando)
Ricardo e Alan – Mamãe, mamãe!!! O papai já chegou com
os presentes?
D.Rosa – Ainda não, meninos. Não se preocupem,
ele vai trazer.
(Os dois garotos vão para
um lado da sala e conversam entre si)
Ricardo – Estou ansioso para ver o meu
presente.
Alan – É... eu passei o ano todo pensando no
que queria ganhar neste Natal.
Ricardo – Espero que papai traga aquele videogame que mostrei para ele,
quando fomos ao shopping.
Alan – E eu quero ganhar aquele carrão com
controle remoto, igual ao do Fernando da minha escola. É super legal.
D.Rosa – Vamos, meninos. Vão logo se
arrumando, porque o papai vai chegar e precisamos estar prontos para a festa
desta noite. A roupa nova está no quarto de vocês. Enquanto isso, vou dar os
últimos detalhes na sala.
(Os meninos saem correndo
da sala. Logo depois chega Sr. Leandro do trabalho. Ele
está usando paletó e gravata com uma maleta em uma das mãos e uma sacola com
presentes na outra. Joga-se na cadeira, tirando o paletó e a gravata com um
semblante de cansaço)
Sr. Leandro – Oi, querida!
D. Rosa – E... Leandro, que cara é essa, algum,
problema na empresa?
Sr. Leandro – Não, Rosa. É o cansaço do trabalho,
hoje foi muito corrido.
D. Rosa – Ê Leandro, eu conheço você e sei que
há algo errado. Você esqueceu de trazer os presentes? Não deu tempo para
comprar? Isto é um desastre. Natal sem presentes não dá.
Sr. Leandro – Acalme-se, Rosa, não é nada disso, os
presentes estão aqui, nesta sacola.
D.Rosa – Ufa! Graças a Deus. Mas então homem,
fala logo, o que você tem?
Sr. Leandro -
Sabe o que é? Hoje eu estava atendendo um senhor de idade, quando de
repente ele me fez uma pergunta: se eu sabia qual era o verdadeiro significado
do Natal?! Ora, eu olhei para ele e disse que o Natal era realizar uma festa,
dar e receber presentes. Mas, mesmo assim, ele insistiu na pergunta e foi
embora deixando a pergunta no ar. E até agora eu estou pensando no que ele
falou.
D. Rosa – Ora, Leandro. Não se preocupe. Natal
é isso mesmo. È dar e receber presentes. E falando nisso, coloque os presentes
debaixo da árvore e vamos nos aprontar, que já está a hora da festa. As
crianças estão ansiosas pelos seus presentes.
(O Sr. Leandro vai para o
lado da sala onde está a árvore e coloca os presentes. Depois, junto com
D.Rosa, sai da sala)
(Logo depois, o Sr. Leandro
entra sozinho na sala e relembra a conversa que teve com o senhor na loja)
Sr. Leandro – O que ele queria dizer como
verdadeiro sentido do Natal? Ah, agora me lembro que ele falou que eu poderia
encontrar na Bíblia. Já sei, vou pegar a
Bíblia e vou verificar. (Começa a procurar) Onde ela está? Aqui não está. Aqui
não. Opa, achei!
(Pega a Bíblia, senta-se
na cadeira e quando começa a folhear, D.Rosa e os filhos entram na sala com
sucos, bolos e falando em coro: Feliz Natal!!! Sr. Leandro deixa a Bíblia de
lado)
Sr. Leandro – Feliz Natal pra vocês também!
(A festa começa . Sr.
Leandro pega o suco coloca nos copos. D.Rosa divide o bolo e depois diz para o
Sr. Leandro distribuir os presentes. Todos gostaram muito dos presentes que
receberam. Quando estavam festejando, de repente, alguém bate na porta)
Obs.: Neste caso, deve-se adaptar o local de uma forma que alguém
fique por trás de uma porta, ou janela, sendo possível ouvir apenas a voz.
D.Rosa – (Aborrecida) – Quem será a esta hora?
Nem podemos ter uma festa de Natal em família sossegada? Veja quem é Leandro.
(O Sr. Leandro, sem abrir
a porta, pergunta)
Sr. Leandro – Quem é?
Voz – Sou Jesus de Nazaré
Sr. Leandro – O que você quer a esta hora?
Voz – Quero entrar e fazer parte do Natal
de sua família.
Sr. Leandro – O que? Mas não pode, nós estamos em
uma festa de Natal em família.
D.Rosa – (pergunta
ao Sr. Leandro) – Quem está lá fora?!
Sr. Leandro – É um tal de Jesus de Nazaré. Ele quer
entrar para participar de nossa festa.
D.Rosa (zangada)
– Ah, não. Não pode! Um estranho em nossa casa? Não mesmo. Leandro, leve este
pedaço de bolo e um suco para ele e diga que vá embora, porque queremos
continuar a nossa festa de Natal. Onde já se viu, um estranho entrar em nossa
casa!
(O Sr. Leandro leva o bolo
e o suco, entrega para Jesus e pede para ele ir embora. Volta para a mesa,
resmungando. Nesse momento, Ricardo faz uma pergunta)
Ricardo – Pai, como é mesmo o nome dele?
Sr. Leandro – Jesus de Nazaré
Ricardo – Mas pai, esse é o nome do menino que
nasceu em Belém. É... Eu aprendi na escola que Deus enviou seu Filho a este
mundo, nasceu na cidade de Belém e, ao crescer, ficou conhecido como Jesus de
Nazaré. No Natal festejamos o seu nascimento, pai.
(Quando o Sr. Leandro e
D.Rosa ouviram isso, ficaram perplexos. D.Rosa vira para Sr. Leandro e pede)
D.Rosa – Depressa, Leandro! Vá atrás dele e
convide-o para vir à nossa casa.
(Sr. Leandro sai da sala
apressadamente dando a ideia de ir atrás de Jesus. D.Rosa e os filhos ficam na
sala apreensivos, esperando o pai. Depois de alguns instantes, ele volta
ofegante)
D.Rosa – E aí, Leandro? Onde está Jesus?
Sr. Leandro (Com o semblante muito triste) – Eu não
o encontrei.
(exclamou com os olhos em
lagrimas, depois de refletir um pouco)
Sr. Leandro – Não deixamos Jesus entrar em nossa
casa!!!
(Depois da
apresentação, vale a pena fazer uma reflexão sobre a peça)
Uma história
de Natal
Faltava
apenas um mês para o Natal. Dona Mari ana
resolveu dar uma atividade diferente para a classe: cada um deveria escrever o
eu gostaria de ganhar no Natal.
Assim
que recebeu sua filha, Camila começou a escrever todos os brinquedos que
gostaria de ganhar. Quase não deu espaço. “Papai
tem dinheiro, sei que ele pode me dar tudo isso”, pensou Camila.
Pertinho
de Camila, sentava-se Paulinho, um menino muito pobre, que ganhara uma bolsa de
estudos. Silenciosamente, Paulinho escrevia seu texto. Passaram-se os minutos,
e a professora disse:
-
Bem, turminha, já vai dar sinal. Vamos todos entregar os textos?
Dona
Mari ana recolheu as folhas e notou
que uma lágrima escorria no rosto de Paulinho.
Mais
tarde, em casa, ao ler as redações à professora se deparou com o texto escrito
por Paulinho. Uma lágrima agora corria dos seus olhos.
No
dia seguinte, Paulinho não foi à escola. Então a professora leu aquele texto
para a classe.
O
presente que Paulinho gostaria de ganhar era ter algo bem gostoso para comer no
Natal.
Seu
pai estava muito doente e o dinheiro que a mãe ganhava mal dava para comprar
todos os remédios.
Camila
lembrou-se de seu texto e de quanto fora egoísta, não se contentando com tudo o
que possuía.
Quando
chegou em casa, Camila contou tudo a sua mãe. Aí fez sua escolha do presente de
Natal. Em vez de brinquedos, Camila e mamãe compraram remédios e mantimentos
para a família de Paulinho.
Naquele
Natal, Camila compreendeu que é melhor e mais gostoso dar do que receber.
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